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Governo de MS destaca importância de criar ‘condições de mercado’ para viabilizar políticas ambientais

O secretário-adjunto da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Artur Falcette, ressaltou a necess...

25/11/2025 às 14h31
Por: Redação Fonte: Secom Mato Grosso do Sul
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Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul

O secretário-adjunto da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Artur Falcette, ressaltou a necessidade de se criar “condições de mercado” para viabilizar políticas ambientais para o Pantanal.

A fala do secretário aconteceu durante a abertura do Seminário Nacional 'Uso Sustentável das Formações Campestres no Brasil', promovido pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) nas dependências da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), na manhã dessa terça-feira (25).

Falcette frisou que o pecuarista que desejar substituir sua pastagem para uma variedade nativa, não encontra alternativa de sementes de capim pantaneiro nativo no mercado.

“Não temos nenhuma empresa que reproduza e comercialize semente de capim nativo. Esse indivíduo precisa ter na prateleira o produto”, disse o secretário adjunto, exemplificando a necessidade de se criar “condições de mercado” para as políticas ambientais.

Ademais, na opinião do secretário adjunto, é preciso articular iniciativas entre a academia e a iniciativa privada para que as ideias e proposições surgidas em eventos como o seminário em questão sejam efetivadas.

“É importante que tenhamos a capacidade de colocar essas ideias embaixo do braço e levar lá na ponta, para quem de fato faz as coisas acontecerem, que são na maioria das vezes a iniciativa privada”, disse Falcette, lembrando que 97% do território pantaneiro é propriedade privada.

Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
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O diretor de Florestas do Ibama, Renê Luiz de Oliveira, corroborou com a fala de Falcette ao afirmar que o órgão “está aberto a discutir a sustentabilidade do uso das formações campestres”.

Segundo ele, há um estigma que precisa ser combatido segundo o qual, o uso dessas áreas poderia rebaixar seu nível de proteção. O Pantanal, ocupado há 300 anos e com elevado índice de preservação (mais de 80% de sua vegetação nativa está intacta) é um exemplo de que esse estigma não é verdadeiro, frisou.

O Seminário 'Uso Sustentável das Formações Campestres do Brasil' teve sua abertura formal na manhã dessa terça-feira (25), com as presenças, além de Falcette e Oliveira, das superintendentes do Ibama de Mato Grosso do Sul, Joanice Batilani, e de Mato Grosso, Cibele Madalena Xavier Ribeiro; além da reitora da UFMS, Camila Ítavo, entre outros convidados.

O evento prossegue até amanhã (26), com palestras e discussões sobre os conceitos de uso sustentável e os impactos na conservação dos recursos naturais campestres visando ampliar o conhecimento técnico com base nos efeitos históricos do uso dos campos nativos, incluindo pastejo e fogo.

A programação contará ainda com uma visita técnica nos dias 27 e 28 na sub-região do Pantanal do Abobral, no Passo do Lontra, nos municípios de Miranda e Corumbá.

João Prestes, Comunicação Semadesc
Fotos: Mairinco de Pauda/Semadesc

Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
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