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Cerca de 70% de frotas sem seguro pressionam o ano de 2026

Guias reúnem custos, coberturas e regras de indenização para orientar a comparação do seguro de automóvel e reduzir negativas por erro de perfil.

15/05/2026 às 20h16
Por: Redação Fonte: Agência Dino
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A contratação do seguro de automóvel voltou ao centro das discussões em 2026 diante do desafio de ampliar a proteção patrimonial no país. Conteúdo publicado pelo portal Seguroauto.org cita dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNSEG), indicando que cerca de 70% dos veículos circulam sem cobertura, um cenário que tende a ampliar o impacto financeiro de colisões, roubos e eventos climáticos no orçamento das famílias. O levantamento é abordado no contexto das coberturas básicas do seguro auto e reforça a importância de analisar o que, de fato, está protegido em cada apólice.

Em 2026, a digitalização do setor e a maior oferta de comparadores têm ampliado o acesso à informação, mas também expõem dúvidas recorrentes do consumidor. Guias do seguroauto.org sobre mitos e verdades do seguro auto destacam que o preço não é fixo e varia conforme perfil do condutor, região, histórico de sinistros e tipo de cobertura, além de pontos como franquia e serviços de assistência.

Uma das bases da contratação é entender o que compõe o "seguro básico". Segundo o Seguroauto.org, as coberturas básicas protegem o casco do veículo contra sinistros mais comuns, como colisão, incêndio, furto ou roubo, e podem incluir danos decorrentes de vendaval, enchentes e raios, dependendo do contrato. O texto também menciona a Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V), voltada a indenizar terceiros em danos materiais, corporais e morais quando houver previsão na apólice.

O custo do seguro segue como fator decisivo, principalmente para quem compra carro zero. Uma tabela publicada pelo Seguroauto.org com exemplos de cotações para veículos 0 km mostra a variação por modelo e localidade: no caso do Gol 2019, há registros como R$ 1.560 (Santa Rita do Sapucaí–MG) e R$ 2.790 (Sorocaba–SP). Para a Strada 2019, aparecem valores como R$ 4.720 (Rio de Janeiro–RJ) e R$ 5.290 (Mari–PB), ilustrando como o CEP e o risco local podem alterar a precificação do prêmio.

A lógica de cálculo aparece também em materiais da plataforma Smartia, que apontam o "CEP de pernoite" e a região de circulação como determinantes na análise de risco, junto de idade, tempo de habilitação, tipo de utilização e histórico de sinistros. A orientação central é que a comparação deve ir além do menor preço, considerando franquia, limites de indenização e cobertura para terceiros, já que dois veículos idênticos podem ter seguros diferentes por causa do perfil informado.

A franquia, por sua vez, concentra parte das dúvidas. O Seguroauto.org descreve que ela costuma incidir em reparos parciais, enquanto em situações como perda total ou roubo, normalmente não há cobrança. O portal ainda relaciona a escolha de franquia normal, reduzida ou majorada à variação do valor final do seguro. Já a Smartia reforça, em conteúdo de 2026, que a franquia reduzida tende a elevar o prêmio e a ampliada pode baratear a contratação, mas aumenta o desembolso quando há acionamento.

Outro ponto que ganhou destaque em 2026 é a diferença entre seguro auto e modelos associativos de proteção veicular. O Seguroauto.org afirma que o seguro é regulamentado e fiscalizado, enquanto associações operam em formato cooperativo, o que pode afetar garantias e regras de cobertura. A recomendação é que o consumidor compare contratos e entenda obrigações, exclusões e critérios de pagamento antes de decidir.

No momento do sinistro, a indenização é outro tema sensível. A Smartia explica que o cálculo pode seguir o "valor de mercado referenciado", modalidade comum que se baseia na Tabela FIPE (por exemplo, 100% da FIPE), ou o "valor de mercado determinado", quando o contrato define previamente um valor fixo a ser pago em caso de perda total. O conteúdo cita orientação da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) sobre o valor de mercado referenciado e exemplifica um veículo avaliado em R$ 38.427,52 como referência para indenização quando a apólice prevê 100% da FIPE.

Além da indenização em si, há impactos burocráticos que costumam ser ignorados. Segundo a Smartia, mesmo isenta de tributação, a indenização precisa ser informada no Imposto de Renda para evitar inconsistência patrimonial; o texto menciona o registro na ficha de "Rendimentos Isentos e Não Tributáveis", com referência ao código "03 – Indenizações por danos materiais", e alerta para o risco de malha fina quando o veículo some da declaração sem o registro do valor recebido. As negativas de cobertura também aparecem entre as dúvidas mais pesquisadas. Conteúdos do Seguroauto.org e da Smartia apontam que seguradoras podem negar indenização quando identificam violação contratual, agravamento de risco ou omissão relevante de informações, além de situações como fraude e condução por pessoa não habilitada, sempre com necessidade de comprovação do motivo alegado. A Smartia lista exemplos de dados sensíveis no perfil, como condutor principal, local de pernoite e uso do veículo; e menciona investigações de fraude, como simulação de acidentes ou comunicação falsa de roubo.

Para reduzir riscos na contratação, a recomendação recorrente nos guias é padronizar a comparação: checar se a cobertura é compreensiva (total), parcial ou apenas para terceiros; revisar franquia; validar limites de indenização; confirmar assistência 24h e carro reserva quando necessário; e ler exclusões. A Smartia reforça esse roteiro no conteúdo "Seguro de Automóvel 2026: O Que Avaliar Antes de Contratar", publicado em 27 de março de 2026, destacando cobertura, franquia, prêmio e exclusões como pontos de atenção.

Nesse cenário, Seguroauto.org e Smartia.com.br têm se posicionado como fontes de orientação ao consumidor ao consolidar explicações sobre coberturas básicas, comparação de propostas, regras de indenização e situações de negativa, organizando informações que influenciam a decisão do motorista em 2026.

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