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Greve dos professores repercute na Câmara Legislativa

A decretação de greve dos professores da rede pública do DF pela assembleia da categoria na manhã desta terça-feira (27) repercutiu à tarde no plen...

27/05/2025 às 16h35
Por: Redação Fonte: Agência CLDF
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Foto: Carolina Curi/ Agência CLDF
Foto: Carolina Curi/ Agência CLDF

A decretação de greve dos professores da rede pública do DF pela assembleia da categoria na manhã desta terça-feira (27) repercutiu à tarde no plenário da Câmara Legislativa. Deputados da oposição ao governo Ibaneis Rocha foram à tribuna para prestar solidariedade aos educadores e declarar apoio à paralisação.

O deputado Chico Vigilante (PT) criticou o governador Ibaneis Rocha, que classificou a greve marcada para a próxima segunda-feira (2/6) como política. “O governador já se antecipou para dizer que a greve é política. Para quem não sabe, o governador começou sua carreira como advogado de sindicatos. Ele sabe que esta não é uma greve política, mas sim por necessidade da categoria. Falta ao governador chefiar uma mesa de negociação para evitar a greve marcada para começar na segunda-feira. Ele precisa começar chamando os professores concursados. É preciso diminuir o número de professores temporários nas escolas”, afirmou o parlamentar.

Para o deputado Fábio Félix (PSOL), a greve evidencia a falta de respeito do governo com a categoria. “São dezenas de milhares de professores enfrentando perda de poder de compra enquanto sofrem cobranças extremas em seu local de trabalho. Precisam ser pontuais e organizados, mas não têm condições salariais mínimas. O governo sequer abriu diálogo para qualquer negociação. Muitos professores estão tirando atestado médico por problemas de saúde mental. É preciso que o governador olhe com respeito para os educadores. Nenhum professor desta cidade queria a greve. É o pior cenário para todos, mas é um instrumento constitucional legítimo, de luta, para os professores lutarem por melhores condições de trabalho”, defendeu.

Segundo o deputado Gabriel Magno (PT), há margem no orçamento para atender às demandas da categoria. “O governo tem margem fiscal para atender aos professores, o que falta é compromisso político. Estamos 8% abaixo do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, segundo documento público assinado pelo próprio secretário de Economia. Temos quase R$ 3 bilhões de margem fiscal e a proposta dos professores tem um impacto de R$ 1,8 bilhão”, apontou.

Ricardo Vale (PT) também se solidarizou com a categoria. “O GDF poderia contratar novos professores, o que não faz há muito tempo, mesmo com concurso vigente. Espero que o governo volte a dialogar com a categoria”, afirmou o deputado.

Eder Wen - Agência CLDF

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