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Moraes mantém prisão de 2 acusados pelo assassinato de Marielle Franco

Moraes entendeu que a periculosidade dos acusados está demonstrada

22/05/2025 às 20h18
Por: Redação Fonte: Agência Brasil
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© Marcello Casal jr/Agência Brasil
© Marcello Casal jr/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (22) manter a prisão do major da Policia Militar do Rio de Janeiro Ronald Alves de Paula e do ex-policial militar Robson Calixto. Ambos são réus acusados de participação no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018, no Rio de Janeiro.

De acordo com as investigações da Polícia Federal (PF), Ronald é acusado de monitorar a rotina da vereadora e repassar as informações para o ex-policial Ronnie Lessa, delator e executor do assassinato. Calixto, ex-policial militar e assessor de outro réu, Domingos Brazão, teria entregue a arma utilizada no crime para Lessa.

Na decisão, Moraes entendeu que a periculosidade dos acusados está demonstrada no processo , e por isso a prisão deve ser mantida.

"É evidente a necessidade de manutenção da custódia cautelar dos réus ante a necessidade de resguardar a aplicação da lei penal e a ordem pública", decidiu o ministro.

Na semana passada, Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu a condenação dos acusados pelo assassinato de Marielle Franco.

Além de Ronaldo Alves e Robson Calixto, a procuradoria quer a condenação do conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão, o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos, e o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa.

Conforme a delação premiada de Ronnie Lessa, réu confesso de realizar os disparos de arma de fogo contra a vereadora, os irmãos Brazão e Barbosa atuaram como os mandantes do crime. Rivaldo Barbosa teria participado dos preparativos da execução do crime.

De acordo com a investigação da Polícia Federal, o assassinato de Marielle está relacionado ao posicionamento contrário da parlamentar aos interesses do grupo político liderado pelos irmãos Brazão, que têm ligação com questões fundiárias em áreas controladas por milícias no Rio de Janeiro.

Nos depoimentos prestados durante a instrução, os acusados negaram participação no assassinato.

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